Você está em: Página Inicial » Visão de Sustentabilidade » Banco do Planeta

O Bradesco manteve, em 2007, seus compromissos sociais e ambientais, com as atenções voltadas à nova percepção mundial sobre as mudanças climáticas e à necessidade de desenvolver ações de mitigação e adaptação ao aquecimento global. Trata-se de uma forte tendência, que se consolida no setor financeiro como um todo. Além da preocupação de disseminar o conceito de sustentabilidade para seus funcionários, fornecedores e parceiros comerciais, o Banco tem como estratégia incorporar ao dia-a-dia práticas inovadoras de gestão. Dessa forma, alinha preservação ambiental e responsabilidade social às oportunidades de negócio, assegurando o retorno financeiro.

As empresas bem-sucedidas caracterizam-se por gerar bons resultados para toda a sociedade, adotando políticas de longo prazo, com o objetivo de fomentar o desenvolvimento sustentável e a melhor distribuição de riquezas no País, uma vez que constitui um instrumento eficiente de progresso, integração nacional e difusão da cidadania.

Tal entendimento está em harmonia com os principais acordos e compromissos internacionais adotados em nossa gestão: Princípios do Equador (desde setembro de 2004), Pacto Global (novembro de 2005) e Objetivos de Desenvolvimento do Milênio. Saiba mais sobre essas iniciativas acessando www.equator-principles.com (em inglês), www.pactoglobal.org.br e www.objetivosdomilenio.org.br.

Ao final de 2007, a Organização deu um passo histórico – ampliando o papel de um banco – ao lançar o Banco do Planeta. A iniciativa visa unificar as ações socioambientais, criar novos produtos e serviços e investir numa interação mais harmoniosa das pessoas com o meio ambiente. Mais que garantir a continuidade do seu negócio, o Bradesco decidiu ampliar a atuação no mercado para contribuir com a perenidade do próprio planeta.

Negócios e mudanças climáticas

Dentro do conceito do Banco do Planeta, os riscos inerentes às mudanças climáticas, bem como a busca por novas oportunidades de negócios, são avaliados permanentemente. Pode-se tentar medir financeiramente os impactos das mudanças climáticas decompondo o faturamento da Organização e avaliando a localização dos clientes e o posicionamento dos negócios nas regiões mais suscetíveis. Pode-se, também, mensurar as oportunidades que surgem a partir de uma nova consciência entre as pessoas e no interior das empresas. No entanto, estudo conduzido pela Organização aponta que, atualmente, esse tipo de análise oferece mais um painel de possibilidades do que propriamente um conjunto racional de certezas.

De modo geral, as mudanças climáticas podem demandar a reordenação das atividades econômicas, em especial do agronegócio, de uma determinada região. A depender da gravidade das ocorrências, poderiam acontecer efeitos migratórios importantes, esvaziamento populacional de áreas afetadas, queda na renda da população e modificação dos fluxos turísticos, entre outras conseqüências. Quanto menos estruturada uma região, mais intensos serão os problemas oriundos da alta densidade populacional dos grandes centros, da desigualdade entre ricos e pobres e do reduzido dinamismo econômico.

Do ponto de vista dos impactos diretos das mudanças climáticas, o estudo aponta um risco reduzido na estrutura da Rede de Agências e na composição do faturamento da Organização, dado o horizonte de tempo em que a alteração do clima do planeta deve começar a afetar o Brasil com mais intensidade. À exceção das regiões litorâneas, as mais ameaçadas pelo aumento do nível do mar, o restante do território brasileiro não deve ser diretamente atingido.

A queda de oportunidades de trabalho no campo, o empobrecimento de faixas importantes da população e o conseqüente fluxo migratório para as grandes cidades poderão acarretar aumento do desemprego, gerando impactos sociais negativos como o crescimento da violência e da favelização e o fortalecimento da economia informal.

Nesse cenário, poderia-se observar uma diminuição da fidelização dos clientes aos bancos, diante do acirramento da concorrência, cada vez mais concentrada em regiões metropolitanas. A importância de se trabalhar melhor a rentabilidade do cliente aumenta. Tais fenômenos implicam a necessidade de cadastro de clientes mais flexível e rapidamente atualizável, uma vez que uma movimentação mais intensa das pessoas amplia as oportunidades de negócio, tanto pelo volume de recursos quanto pelas oportunidades de financiamento.

Amazônia em foco

Fundação Amazonas	Sustentável

Com uma parceira inédita junto ao governo do Estado do Amazonas, anunciada em novembro, o Bradesco tornou-se um dos co-fundadores da recém-criada Fundação Amazonas Sustentável (FAS), presidida pelo Sr. Luiz Fernando Furlan, ex-ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio. A Organização fará um aporte inicial de R$ 20 milhões e se comprometeu a repassar outros R$ 50 milhões em cinco anos – R$ 10 milhões por ano – como mantenedora da instituição. Os recursos serão obtidos com a venda de novos produtos, a serem lançados no mercado, voltados à iniciativa (cartões de crédito, títulos de capitalização, entre outros).

O principal desafio da FAS será preservar o conjunto de 31 unidades de conservação ambiental do Amazonas, que cobrem 17 milhões de hectares e onde vivem 8,5 mil famílias, com os rendimentos desses investimentos iniciais (por enquanto, R$ 20 milhões do governo amazonense e R$ 20 milhões do Bradesco). A gestão dos recursos está a cargo da Bradesco Asset Management (BRAM).

A primeira ação a ser desenvolvida pela nova parceria acontecerá no âmbito do programa Bolsa Floresta, pioneiro no País, instituído pelo governo amazonense, em junho de 2007, como parte da Política Estadual sobre Mudanças Climáticas, Conservação Ambiental e Desenvolvimento Sustentável do Amazonas.

O Bolsa Floresta prevê o pagamento por serviços e produtos ambientais às comunidades pelo uso sustentável dos recursos naturais, conservação, proteção ambiental e incentivo às políticas voluntárias de redução do desmatamento nas áreas do entorno. Segundo o governo estadual, inicialmente, quatro mil famílias deverão ser beneficiadas com o valor de R$ 600,00 por ano. Para 2008, a previsão é que o número de participantes pelo menos dobre – e a meta é atingir 60 mil famílias até 2010.

Outros programas já previstos pelo calendário incluem ainda a produção local de produtos sustentáveis, visando beneficiar as famílias que habitam as áreas de floresta. Com essa iniciativa conjunta entre o setor público e o privado, busca-se criar formas alternativas de geração de emprego e renda, contribuindo para a redução da pobreza – um dos fatores indispensáveis à conservação ambiental.

Acordo em Bali

A Conferência de Bali, na Indonésia, representou um marco nas negociações do Protocolo de Kyoto. Com o desafio de definir o período pós-2012 – ano em que se encerra a vigência da primeira fase do tratado do clima –, a 13ª Conferência das Partes sobre o Clima (COP-13), realizada em dezembro, acabou ganhando a adesão dos Estados Unidos – principal país contrário ao entendimento.

A adesão dos EUA à agenda de combate ao aquecimento global ao menos permitirá a continuidade das negociações em 2008 e 2009, lançando uma nova perspectiva e motivação aos negociadores, embora não exista nenhum compromisso do país em adotar qualquer meta concreta de redução das emissões de gases de efeito estufa (GEE).

Outro avanço importante obtido durante o encontro refere-se à inclusão do desmatamento evitado nos cálculos das metas de redução das emissões para o período da segunda fase do protocolo, após 2012. Até então, a conservação florestal, o estoque de carbono florestal e o desmatamento evitado não haviam sido incluídos em qualquer acordo. Além disso, os negociadores incluíram a conservação florestal no mercado de créditos de carbono e também aprovaram um fundo internacional de preservação.

Com as decisões de Bali, as florestas ganharam nova importância no cenário mundial, bem como os países em desenvolvimento, detentores das maiores áreas florestais. Estes também marcaram presença no encontro, ao decidirem assumir compromissos mensuráveis na luta contra o aquecimento global. Para isso, deverão contar com recursos financeiros, capacitação e transferência de tecnologia dos países desenvolvidos.

Parceiros estratégicos

O Bradesco integra diversas entidades representativas, nas áreas financeira e socioambiental. Dentre elas, destacam-se: Federação Brasileira de Bancos (Febraban), Federação Nacional dos Bancos (Fenaban), Associação Brasileira das Companhias Abertas (Abrasca), Federação Nacional das Empresas de Seguros Privados e de Capitalização (Fenaseg), Federação Nacional de Previdência (Fenaprevi), Federação Nacional de Saúde (Fenasaúde), Federação Nacional de Capitalização (Fenacap), Federação Nacional de Seguros (Fenseg), Superintendência de Seguros Privados (Susep), Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), Conselho Empresarial Brasileiro para o Desenvolvimento Sustentável (CEBDS), Instituto Ethos de Empresas e Responsabilidade Social e Grupo de Institutos, Fundações e Empresas (GIFE).

Pacto Global

The Global Compact

O Pacto Global é uma iniciativa da Organização das Nações Unidas (ONU) para promover o alinhamento das políticas e práticas empresariais, nas áreas de direitos humanos, direitos do trabalho, proteção ambiental e combate à corrupção. Ao subscrevê-lo, a Organização comprometeu-se a incluir tais princípios em sua estratégia comercial, em sua cultura e nas operações diárias, além de empreender esforços para divulgar e estender tais preceitos em sua esfera de influência.

O apoio do Bradesco à iniciativa reúne alguns exemplos, tais como:

PRINCÍPIOS DE DIREITOS HUMANOS AÇÕES
1. Respeitar e proteger os direitos humanos.
  • Uso de critérios socioambientais na concessão de créditos.
  • Presente na Política de Gerenciamento de Recursos Humanos da Organização Bradesco.
  • Histórico de inclusão bancária, reforçado hoje no Banco Postal e no Bradesco Expresso.
  • Adesão às normas OHSAS 18001 (segurança e saúde ocupacional) e SA8000 (relações e ambiente de trabalho).
2. Impedir violações de direitos humanos.
  • Uso de critérios socioambientais na seleção de fornecedores e de prestadores de serviços.
  • Presente na Política de Gerenciamento de Recursos Humanos da Organização Bradesco.
  • Compromisso com os requisitos da norma SA8000.
PRINCÍPIOS DE DIREITOS DO TRABALHO AÇÕES
3. Apoiar a liberdade de associação e o direito à negociação coletiva.
  • Todos os colaboradores têm representação sindical e são abrangidos por acordos de negociação coletiva.
  • Compromisso com os requisitos da norma SA8000.
4. Abolir o trabalho forçado ou compulsório.
5. Erradicar o trabalho infantil.
  • Presente na Política de Gerenciamento dos Recursos Humanos da Organização Bradesco.
  • Critério obrigatório na contratação de fornecedores e de prestadores de serviços.
6. Eliminar a discriminação no ambiente de trabalho.
  • Presente na Política de Gerenciamento dos Recursos Humanos da Organização Bradesco.
  • Critério obrigatório na contratação de fornecedores e de prestadores de serviços.
  • Compromisso com os requisitos da norma SA8000.
  • Grupo de Trabalho para a Valorização da Diversidade.
PRINCÍPIOS DE PROTEÇÃO AMBIENTAL AÇÕES
7. Adotar uma abordagem preventiva aos desafios ambientais.
  • Adoção dos Princípios do Equador.
  • Adoção de critérios socioambientais na análise de crédito.
8. Promover a responsabilidade ambiental.
  • Oferta de uma série de produtos socioambientais.
  • Certificação com base na norma de gestão ambiental ISO 14001:2004
  • Apoio as iniciativas da Fundação Amazonas Sustentável (FAS).
  • Apoio às iniciativas da Fundação SOS Mata Atlântica.
  • Adoção do Programa de Ecoeficiência.
  • Adoção de programa de neutralização das emissões de carbono.
9. Incentivar tecnologias que não agridam o meio ambiente.
  • Uso maciço de papel reciclado.
  • Apoio a projetos baseados no Mecanismo de Desenvolvimento Limpo (MDL).
PRINCÍPIO ANTICORRUPÇÃO AÇÕES
10. Combater a corrupção em todas as suas formas, inclusive extorsão e propina.
  • Implantação de programa específico – e treinamento dos funcionários – em relação à detecção e combate à lavagem de dinheiro e o financiamento ao terrorismo.
  • Formalização da conduta dos funcionários em uma série de documentos da Organização, inclusive no Código de Ética.

Objetivos do Milênio

Os Objetivos de Desenvolvimento do Milênio (ODM) compreendem oito compromissos globais assinados por 191 países-membros das Nações Unidas, em 2000, que buscam a sustentabilidade e a melhoria da qualidade de vida em todo o planeta. Embora a iniciativa seja assinada por representantes de governos, o sucesso do seu cumprimento depende da sociedade civil e, especialmente, do setor empresarial.

O Bradesco apóia o compromisso mundial com algumas iniciativas, destacando-se:

OBJETIVOS AÇÕES DO BRADESCO
1. Acabar com a fome e a miséria
  • Histórico de inclusão bancária, reforçado hoje no Banco Postal e no Bradesco Expresso.
  • Doações sistemáticas para ONGs e instituições filantrópicas que tratam do tema.
  • Programas Adolescente Aprendiz e Jovem Cidadão.
  • Projetos da Fundação Bradesco.
2. Atingir o ensino básico universal
  • Investimentos na Fundação Bradesco.
  • Apoio ao Instituto Ayrton Senna.
  • Combate ao trabalho infantil (requisito da norma SA8000).
  • Doação de 1% do imposto a pagar para os Fundos de Defesa da Criança e do Adolescente.
  • Apoio, por meio da Fundação Bradesco, ao Compromisso Todos Pela Educação.
  • Projeto Educa + Ação
3. Promover igualdade de gênero e autonomia das mulheres
  • Criação do Grupo de Trabalho para a Valorização da Diversidade.
  • Investimento no programa Finasa Esportes.
  • Aumento do número de mulheres em cargos de chefia na Organização.
  • Adaptação da estrutura das agências para o acesso de pessoas com deficiência.
4. Redução da mortalidade infantil
  • Investimentos na Fundação Bradesco.
  • Apoio ao Dia Nacional da Ação Voluntária da Fundação Bradesco.
5. Melhorar a saúde materna
  • Oferecimento de planos de saúde aos funcionários.
6. Combater a AIDS, a malária e outras doenças
  • Doações para instituições, associações e hospitais.
  • Título de capitalização cujos recursos apóiam o Instituto Brasileiro de Controle do Câncer.
  • Participação ativa no Conselho Empresarial Nacional de Prevenção ao HIV/AIDS (CEN).
7. Garantir a sustentabilidade ambiental
  • Apoio as iniciativas da Fundação Amazonas Sustentável (FAS)
  • Certificação com base na norma de gestão ambiental ISO 14001:2004
  • Programa de Ecoeficiência.
  • Adesão aos Princípios do Equador e a critérios ambientais na concessão de créditos.
  • Incentivo ao desenvolvimento de projetos MDL.
  • Programa de neutralização das emissões de carbono.
  • Apoio às iniciativas da Fundação SOS Mata Atlântica.
8. Estabelecer uma parceria mundial para o desenvolvimento
  • Adoção do Pacto Global.
  • Programas de inclusão digital.
  • Diálogos e parcerias com diversas ONGs no aperfeiçoamento da gestão de sustentabilidade e no desenvolvimento de produtos.

Compromisso coletivo

Como membro signatário (signatory investor), o Bradesco assumiu desde 2006 o compromisso de relatar as medidas de controle de suas emissões (diretas e indiretas) de gases de efeito estufa (GEE), como o CO2, no âmbito do Carbon Disclosure Project (CDP). Trata-se de um dos maiores projetos globais que conjuga a responsabilidade social corporativa, mudanças climáticas e o mercado financeiro, contando com a participação dos maiores bancos, seguradoras e fundos de pensão. Criada há oito anos pelo governo britânico, a iniciativa mundial reúne atualmente um grupo de 315 investidores institucionais com um total de ativos de US$ 41 trilhões.

O CDP desenvolveu uma metodologia própria para avaliar as informações prestadas pelas companhias de diversos setores de atividade sobre os potenciais riscos e oportunidades inerentes às mudanças climáticas, permitindo a construção de um abrangente banco de dados. As informações solicitadas referem-se a quatro grandes áreas, assim denominadas: Riscos da mudança climática: oportunidades e estratégia; Contabilização das emissões de gases causadores de efeito estufa (GEE); Gestão das emissões de GEE; e Governança climática.

Em 2007, o Bradesco respondeu novamente ao questionário anual (CDP-5). Um dos principais objetivos foi o de melhorar a qualidade das respostas e padronizar a apresentação das informações, de maneira a facilitar as comparações inter ou intra-setores. As respostas do Bradesco estão disponíveis em www.bradesco.com.br/rsa

Para saber mais sobre o CDP, acesse: www.cdproject.net

Tecnologia como alicerce

A Tecnologia da Informação (TI) constitui um dos pilares da estratégia comercial e corporativa da Organização Bradesco. O Banco deu um novo impulso para o acesso a serviços inovadores, ao concluir, em setembro, a construção do prédio que abriga o novo Centro de Tecnologia da Informação (CTI), na Cidade Deus. Com uma arquitetura moderna e arrojada, a unidade constitui um dos mais avançados centros tecnológicos do mundo, no total de 10 mil m2 de área construída. O complexo, que levou três anos para ser concluído e exigiu investimentos de R$ 170 milhões, foi planejado para armazenar os computadores de diferentes plataformas e toda a infra-estrutura de suporte às operações sistêmicas.

A construção do novo Centro de Tecnologia faz parte do conjunto de ações contempladas pelo Projeto “TI Melhorias”, cujo objetivo é o de tornar o Bradesco uma referência mundial em tecnologia aplicada à atividade bancária. Iniciado em 2003 – devendo ser concluído em 2009 –, envolve atualmente 28 iniciativas diferentes.

Prédio sustentável

Na construção do novo prédio do Centro de Tecnologia da Informação (CTI), foram projetadas as seguintes soluções, visando diminuir o consumo de energia e outros impactos (diretos e indiretos) ao meio ambiente:

  • uso de cobertura metálica refletiva distanciada da laje principal, diminuindo o efeito dos raios solares e do aumento do calor sobre a edificação;
  • central de água gelada com chillers centrífugos de última geração, equipados com controle linear de capacidade e alto fator de conversão térmica;
  • utilização de corredores frios e quentes na distribuição de ar-condicionado e barreira de vapor nas paredes, melhorando a eficiência da instalação;
  • condicionadores de ar microprocessados, equipados com variadores de freqüência, controle eletrônico de vazão, temperatura e umidade;
  • iluminação fluorescente de alto rendimento, com refletores de alumínio e reatores eletrônicos;
  • no-breaks de última geração (alto fator de potência) e baterias de longa vida útil (20 anos), fabricadas com materiais totalmente recicláveis;
  • limitação de potência elétrica instalada nos racks, distribuindo servidores de alto consumo em áreas maiores, conservando a distribuição original do ar-condicionado;
  • sistema de automação predial de última geração, com software especializado para o sensoriamento de todas as variáveis de infra-estrutura, otimizando a vida útil e a manutenção dos equipamentos;
  • uso de estrutura, fachada e lajes em elementos pré-fabricados de concreto com tratamento térmico, diminuindo a utilização de recursos naturais esgotáveis e auxiliando a eficiência térmica;
  • adequação das cotas da construção ao perfil do terreno, diminuindo a interferência com os mananciais subterrâneos existentes e a movimentação de terra;
  • preservação parcial das árvores existentes no local e replantio de novas espécies em locais determinados pela Prefeitura do Município de Osasco;
  • uso de métodos construtivos com reduzidos níveis de ruídos e vibrações, diminuindo o impacto sobre o meio ambiente;
  • utilização de geradores a diesel de emergência, com controle eletrônico de potência, baixo nível de ruído e baixa emissão de poluentes;
  • reutilização da água pluvial;
  • uso de gás ecológico R134A (não agride a Camada de Ozônio) no sistema de climatização;
  • utilização de cabos com características de não propagação de chamas e baixa emissão de gases (LSOH).

Ética nos negócios

A ética desempenha um papel fundamental no processo de fortalecimento e disseminação da cultura de sustentabilidade da Organização. Mais do que servir como um guia prático de conduta pessoal e profissional, a ser utilizado por todos os administradores, funcionários, fornecedores, prestadores de serviços, sociedades controladoras, controladas e empresas integrantes do Bradesco, o Código de Ética Corporativo estabelece nossa forma de conduzir os negócios.

O Código de Ética Setorial, específico para as áreas de Administração Contábil e Financeira, trata de temas como prevenção de conflitos de interesses, conformidade com as leis, regras e regulamentações aplicáveis e divulgação de informação completa, adequada, precisa, oportuna, eqüitativa e compreensível em relatórios e outros documentos apresentados aos Órgãos Reguladores, investidores, mercado e demais comunicações públicas.

Os códigos se encontram sob gestão do Comitê de Conduta Ética, órgão estatutário do Conselho de Administração. Cabe ao Comitê propor ações para incorporar as melhores práticas éticas do mercado, receber e analisar sugestões, determinar eventuais mudanças e indicar ações educacionais de disseminação da ética nos negócios. O Comitê também tem a responsabilidade de analisar eventuais infrações e violações dos códigos, comunicando aos órgãos competentes suas ocorrências, acompanhadas de parecer, para adoção das medidas necessárias.

A gestão da ética do Bradesco tem obtido reconhecimento do mercado. De acordo com a Management & Excelence (M&E), conceituada empresa espanhola que classifica os bancos de acordo com o grau de sustentabilidade, governança corporativa e responsabilidade social empresarial, o rating em ética da Organização é AAA+, o mesmo se repete nos quesitos sustentabilidade, responsabilidade social, transparência e governança corporativa.

Para ter acesso a mais informações ou aos códigos de ética da Organização, visite o endereço eletrônico www.bradesco.com.br/ri » Governança Corporativa » Códigos de Ética


Ir para a página de 44