Demonstrado ao custo de aquisição. As depreciações são calculadas pelo método linear, com base em taxas anuais que contemplam a vida útil-econômica dos bens.
| |
R$ mil |
| |
Valor residual |
| |
2007 |
2006 |
| |
Taxa anual |
Custo |
Depreciação |
31 de dezembro |
30 de setembro |
31 de dezembro |
| Imóveis de uso: |
| - Edificações |
4,00% |
658.950 |
(373.468) |
285.482 |
230.237 |
293.573 |
| - Terrenos |
- |
417.103 |
- |
417.103 |
419.168 |
406.980 |
| Instalações, móveis e equipamentos de uso |
10,00% |
2.343.951 |
(1.352.074) |
991.877 |
950.199 |
908.395 |
| Sistemas de segurança e comunicações |
10,00% |
152.514 |
(93.629) |
58.885 |
62.939 |
48.815 |
| Sistemas de processamento de dados |
20 a 50% |
1.753.782 |
(1.304.232) |
449.550 |
450.719 |
424.501 |
| Sistemas de transportes |
20,00% |
31.660 |
(16.265) |
15.395 |
17.331 |
15.564 |
| Imobilizações em curso |
- |
65.786 |
- |
65.786 |
65.224 |
38.955 |
| Subtotal |
5.423.746 |
(3.139.668) |
2.284.078 |
2.195.817 |
2.136.783 |
|
| Imobilizado de arrendamento |
- |
20.777 |
(9.356) |
11.421 |
12.695 |
16.136 |
| Total em 31 de dezembro de 2007 |
|
5.444.523 |
(3.149.024) |
2.295.499 |
|
|
| Total em 30 de setembro de 2007 |
|
5.314.926 |
(3.106.414) |
|
2.208.512 |
|
| Total em 31 de dezembro de 2006 |
|
5.182.700 |
(3.029.781) |
|
|
2.152.919 |
Os imóveis de uso da Organização Bradesco apresentam mais-valia não contabilizada de R$ 1.251.168 (30 de setembro de 2007 – R$ 1.191.596 mil e 31 de dezembro de 2006 – R$ 1.157.601 mil) baseada em laudos de avaliação elaborados por peritos independentes em 2007, 2006 e 2005.
O índice de imobilização em relação ao patrimônio de referência “consolidado econômico-financeiro” é de 14,46% (30 de setembro de 2007 – 14,72% e 31 de dezembro de 2006 - 12,23%) e no “consolidado financeiro” é de 45,81% (30 de setembro de 2007 – 48,94% e 31 de dezembro de 2006 – 48,01%), sendo o limite máximo de 50%.
A diferença entre o índice de imobilização do “consolidado econômico-financeiro” e do “consolidado financeiro” decorre da existência de empresas controladas não financeiras que dispõem de elevada liquidez e baixo nível de imobilização, com conseqüente aumento do índice de imobilização do “consolidado financeiro”. Quando necessário, podemos fazer a realocação de recursos para as empresas financeiras, mediante o pagamento de dividendos/JCP para empresas financeiras ou de reorganização societária entre as empresas financeiras e não financeiras possibilitando assim a melhora deste índice.